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Era ela a vítima? É assim que Camila Parker falou sobre quanto ela sofreu por ser a amante

Camila Parker foi apontada por muitos anos como a "amante" do atual Rei Carlos III devido ao seu romance quando ele estava casado com Lady Di.

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Camila Parker teve que viver à sombra de Lady Di, apesar de ela ter falecido há 26 anos, devido ao fato de ter se tornado a amante de Charles III, custando-lhe por muitos anos sua paz e tranquilidade, e de vez em quando surgem lembranças de ter sido “a outra”, como aconteceu no próprio dia de sua coroação como rainha consorte, onde muitos lembraram da princesa.

Era Diana Spencer a quem muitos ansiavam ver coroada como Rainha, devido à gentileza e proximidade que mantinha com o povo durante os anos em que esteve na realeza, mas não era o caso do então herdeiro da coroa, que chegou ao altar amando outra mulher.

Charles III e Camila Parker permitiram que o amor florescesse, apesar de ele estar casado com Lady Di, então, uma vez que ela descobriu, começou o verdadeiro calvário para o triângulo amoroso.

Camila Parker e o suposto sofrimento pelas acusações

O casamento entre os agora Reis da Inglaterra, terminou com um iminente divórcio entre Charles e Diana, depois de terem concebido seus filhos: o Príncipe William e Harry, para que a linhagem da realeza fosse assegurada.

Depois que a princesa popular confessou em uma entrevista que havia três pessoas em seu casamento, as atenções se voltaram para Camila Parker de forma negativa, que desde então tem sido criticada e apontada como a "amante", há até mesmo quem não a reconheça como monarca.

Limpar o passado não tem sido uma tarefa fácil, pois durante todo este tempo e apesar de ela estar sentada no trono não conseguiu evitar os ataques, olhares incômodos e humilhações, pois não foi fácil esquecer.

Embora a rainha tenha falado pouco sobre isso, ela confessou o quanto sofreu nesses tempos em que era julgada em cada aparição e garante que foi graças à sua família que conseguiu sobreviver.

"Foi horrível. Foram tempos [...] que não desejaria nem ao meu pior inimigo. Não teria sobrevivido sem a minha família", contou.

Apesar da amarga experiência, ela ficou mais forte, e aprendeu a enfrentar melhor os problemas.

“Eles nos seguiam para todos os lados e nos vigiavam como fantasmas. Tínhamos uns binóculos no quarto de banho da mamãe para vê-los. Às vezes havia uma dúzia!... Tem que rir de si mesma, porque se não o pode fazer é melhor que desista. Às vezes penso: ‘Quem é esta mulher? Não posso ser eu’. E é assim que sobrevivi”, confessou.

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