O presidente Jair Bolsonaro vetou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 73/21, conhecido como lei Paulo Gustavo, que teria como objetivo repassar R$ 3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para fomento de atividades e produtos culturais que foram impactadas pela pandemia de covid-19.
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O veto do presidente gerou repercussão na internet e, por isso, a deputada federal Samia Bomfim (PSOL) decidiu compartilhar um vídeo em suas redes sociais para desmistifica ideias equivocadas sobre a lei.
“A gente lutou muito para que este projeto pudesse ser aprovado no Congresso. Por isso, eu acho muito importante desmistificar essas besteiras que estão sendo ditas”, começou a deputada que decidiu ler alguns comentários postados nas redes sociais.
“O Estado não pode, e nem deveria, ter a obrigação de promover a cultura”, foi um dos comentários rebatidos pela deputada.
“Primeiro que a cultura corresponde a cerca de 4% do PIB no Brasil. Isso é maior, por exemplo, que o setor imobiliário. Mas a gente está falando de cultura, a gente está falando de promoção de cidadania e de um elemento da constituição e portanto, sim, uma responsabilidade do Estado”, enfatizou Samia.
“O interesse público tem prioridades fofas. Quem não tem emprego para comprar comida e oferecer saúde a si e aos filhos, não tem como sustentar mordomia de artista. Tá difícil entender que o que você chama de dinheiro público vem do suor e sofrimento dessas pessoas”, comentou um usuário.
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